sexta-feira, 16 de maio de 2008

Nunca ninguém sabe
Nunca ninguém sabe se estou louco para rir ou para chorar.
Por isso o meu verso tem
Esse quase imperceptível temor...
A vida é louca, o mundo é triste:Vale a pena matar-se por isso?
Nem por ninguém!
Só se deve morrer de puro amor...


Mário Quintana (Preparativos de vigem/ volume único Editora Nova Aguilar)

Nenhum comentário: