quarta-feira, 10 de setembro de 2008

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Só sofro em Paris!


Eu adorava dizer isso!
Tristeza?Jamais...só sofro em Paris, babe!

Grande engano...aqui se sofre tambem, e como se sofre!
Com tantas pedradas ja levadas na vida,eu ainda não tive a capacidade de aprender certas coisas, coisas estas que se estivesses decoradas no meu sub conciente infantil,eu não estaria em prantos mais uma vez,brindando a tristeza com café quente e maços de cigarros.

Mas como nada na vida é por acaso isso vai me servir para alguma coisa...eu não sei ainda as reais consequencias do ocorrido e isso tem me tirado o sono.
Doce ilusão das pessoas, acharem que ficar sem dormir resolve algum problema.Como se numa especie de mágica as coisas entrassem nos eixos enquanto as olheiras crescem e as deixam semelhantes a pandas.

Na verdade eu queria era dormir, por uns bons dias e acordar como se nada tivesse acontecido.Murchar a barriga, empinar o peito e respirar fundo.

Ando escondida para não ter que me esbarrar com a turma dos "eu te avisei"...mas é inútil.
Eu queria ter esse gosto que as pessoas têm...prazer em chutar cachorro morto!Dar-lhe pancadas enquanto ele não pode reagir.Deve mesmo ser divertido porque o que não faltam são pessoas para cometer tal ato.

Mas, sem problemas a vida continua independente de eu estar ou nao triste.
Espero postar em breve boas novas...independente do rumo que minha vida tome.

Mas pensando por outro lado, entristecer faz bem...pelo menos se emagrece!
rá!

domingo, 7 de setembro de 2008

trecho de M.M.


Sou como Dostoievski: me atiro aos espinhos da vida. E sangro. Não tenho medo do sangue, tenho é medo de não poder sentir a dor e o êxtase. Sempre desprezei tudo o que é morno. Água até o joelho, um livro mais ou menos, um filme que tanto faz, um amor que não desperta náuseas e paixão. De que me vale isso? Nada de água até o joelho; ou mergulho nas profundezas, ou não me dou ao trabalho de me molhar. O que não mexe comigo não merece fazer parte da minha biografia. Quero a glória de cair se puder, por um instante, tocar as estrelas. O tombo não me apavora, porque mesmo ele faz parte...